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Família do município de Cacimba Dentro está entre os desaparecidos após quedas de prédios no RJ


Paraibanos do município de Cacimba de Dentro estão desaparecidos no Rio de Janeiro após desabamento de dois prédios nesta sexta-feira (12). O professor paraibano, Jandi, disse em entrevista à rádio Correio que tem esperança de encontrar os familiares com vida.
Ele acompanha as buscas pelo irmão Jefferson da Silva Trajano, a cunhada Carla Batista e os sobrinhos Enzo e Arthur.
“Caiu laje sobre laje e ele morava no térreo. O prédio caiu inclinado para trás. A nossa esperança é que eles estejam dentro de algum ‘bolsão de ar’, protegidos por alguma laje. (Na casa) era ele, a esposa, e dois filhos: um de três anos e um de seis”, disse o professor Jandi em entrevista nesta sexta-feira.
O educador estava morando com o irmão e saiu do imóvel há 30 dias. “Morei com ele uns dois meses. Tem um mês e pouco que eu tinha me mudado.”
Ainda segundo o professor Jandi, Jefferson estava dormindo no próprio restaurante desde o temporal que atingiu o Rio de Janeiro, mas que, nessa noite de quinta-feira (11), decidiu voltar para o apartamento. “Ele estava dormindo no restaurante e decidiu vir dormir em casa nessa noite.”

Família procura por mulher desaparecida que completa hoje 31 anos

Rio – Parentes se revezam, desde a manhã de ontem, nas buscas por uma família inteira, que dormia no momento do desabamento de dois prédios na Favela da Muzema, no Itanhangá, Zona Oeste da cidade. A mãe da família, Carla Baptista, completaria 31 anos neste sábado. O Corpo de Bombeiros procura 17 desaparecidos no segundo dia consecutivo de buscas.
O marido de Carla, Jeferson Trajano, de 28 anos, e os filhos deles, Arthur, de 4 anos, e Enzo, de 6 anos, também estão desaparecidos. “A nossa fé é inabalável. Tenho certeza de que hoje ainda vamos encontrar a Carla com vida e ela vai comemorar o seu segundo nascimento. Ela estava muito feliz de ter saído do aluguel”, contou, Zélia Carlos, tia da desaparecida.
Prima de Jeferson, a operadora de caixa Juliana Ferreira, de 24 anos, reclama da falta de informações. “Estávamos acompanhando toda ação dos bombeiros a apenas 20 metros de distância. Mas os bombeiros nos afastaram. Precisamos de notícias. Desde ontem, nenhuma atualização”, chora. Ela foi uma das familiares retiradas do local das buscas porque, segundo o Corpo de Bombeiros, era preciso manter uma área isolada para não interferir nas buscas dos cães farejadores.
O estoquista Arthur Martins Souza Vicente, de 35 anos, aguarda informações de sua irmã, Priscila Souza, e seu sobrinho, Artur, desaparecidos desde o desabamento. Eles moravam na Rocinha e estavam há 5 meses no prédio da Muzema. “Eu ligo pro celular da minha irmã, mas só dá desligado. Minha irmã morava aqui há cinco meses. Minha sobrinha tem só 6 anos”, diz.

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