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Bastidores: PB Agora conta detalhes da novela que envolve suplência de Roberto Paulino na disputa pelo Senado Federal
O candidato ao Senado pelo MDB, Roberto Paulino, surpreendeu o mundo político nesta terça-feira (11) ao declarar que irá parar os compromissos de campanha por dois dias por falta de recursos para custear suas viagens pelos municípios da Paraíba. 
O fato chamou a atenção para outro detalhe: a falta de um empresário na suplência para bancar sua eleição, pois ter suplentes ricos que financiam parte das campanhas, cada vez mais caras a cada eleição, é praxe entre os senadores eleitos em todo o país. 
Conforme o apurou o portal PB Agora, antes da confirmação de sua candidatura ao Senado pelo MDB, o ex-governador Roberto Paulino acalentava ter como “suplente dos sonhos” o ex-senador Ney Suassuna, atualmente filiado ao PRB, que sinalizou positivamente para a parceria, mas dependia da decisão do partido da Igreja Universal.
No entanto, o PRB, presidido na Paraíba pelo deputado federal Hugo Motta (PRB) optou por permanecer com o apoio ao governo Ricardo Coutinho e selar a aliança com o PSB, inviabilizando a parceria entre os velhos companheiros de MDB, Roberto Paulino e Ney Suassuna.
Com o impedimento, o ex-governador convidou a ex-deputada estadual Olenka Maranhão (MDB) como sua primeira suplente, mas a articulação foi barrada pelo tio José Maranhão (MDB), candidato ao governo, que não gostaria de ter parentes na sua chapa majoritária. Paulino, então, optou por chamar o economista e advogado Igor Fialho, desconhecido na classe política, para ocupar o espaço.
Atendendo sugestões de aliados, Fialho foi trocado pelo ex-deputado Mikika Leitão, que também desistiu do posto há poucos dias para se dedicar exclusivamente à campanha do filho, Felipe Leitão (Patriotas), que concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa. A saída, finalmente, foi convidar novamente Igor Fialho para a vaga. 
A decisão preocupa a cúpula emedebista, pois além de desconhecido, Fialho também não fez nenhuma doação para a campanha de Roberto Paulino, que por sua vez, precisa pelo menos abastecer o tanque de combustível para percorrer o estado da Paraíba. 

G2
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