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Justiça nega recurso e 'viúva da Mega-Sena' permanece foragida

Adriana foi condenada a 20 anos de prisão em 2016


Adriana Almeida foi julgada e condenada pelo assassinato

13/12/2016 - 12:42

Adriana Almeida foi julgada e condenada pelo assassinato 13/12/2016 - 12:42
Foto: Luiz Nicolella
Por Sérgio Soares e Jéssica Ziehlsdorff

Condenada em dezembro de 2016 a 20 anos de prisão como a principal mandante do assassinato do milionário Renê Senna, a viúva da vítima, Adriana Ferreira Almeida, teve o seu recurso de defesa negado pelo juiz Pedro Amorim, da 2ª Vara Criminal de Rio Bonito.
Em abril, foi expedido um mandado de prisão para a viúva, e a sua defesa entrou com um recurso em oposição da decisão, mas não obteve êxito.
O pedido de prisão foi feito pela promotora Priscila Xavier. A Justiça aceitou o pedido, alegando que “não há razão para que seja postergada a execução da pena, em especial no caso em análise que tem por objeto crime praticado há mais de uma década”.

O assassinato a tiros do ex-ganhador de R$ 50 milhões da Mega-Sena em 2006, ocorreu em janeiro de 2007, em Rio Bonito. Seis pessoas foram acusadas de envolvimento no crime, mas segundo o Ministério Público, Adriana teria sido a mandante da execução, após o marido descobrir que estava sendo traído e dizer que tiraria o nome dela do testamento.
Em 2016, dias depois do julgamento, ela teve a prisão revogada e cumpriu a pena em prisão domiciliar. Adriana já é considerada foragida.

G2

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