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ALAGOINHA COMEMORA    64   ANOS NESTE DOMINGO DIA 3 DE DEZEMBRO.

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O município de Alagoinha tem 64 anos de emancipação política. ... A cidade é interligada aos municípios de Guarabira, Cuitegi e Alagoa Grande pela rodovia “Margarida Maria Alves” (PB 075) e a Mulungu através da Rodovia PB/063 O acesso a Pilões é feito via Cuitegi e a Areia, via Alagoa Grande.


O município de Alagoinha tem 64 anos de emancipação política. É localizado na Região Metropolitana de Guarabira.  Sua população em 2016 foi estimada pelo IBGE em 14.376 habitantes, distribuídos em 85 km² de área. Está localizado na mesorregião do Agreste Paraibano situando-se, de forma mais precisa, na microrregião de Guarabira, distando a 89 km de João Pessoa.
Possui uma área de 87 km², limitando-se ao Norte com Cuitegi, ao Sul com Alagoa Grande e Mulungu, ao Leste com Mulungu e Guarabira e ao Oeste com PilõesAreia e Alagoa Grande. A cidade é interligada aos municípios de Guarabira, Cuitegi e Alagoa Grande pela rodovia “Margarida Maria Alves” (PB 075) e a Mulungu através da Rodovia PB/063 O acesso a Pilões é feito via Cuitegi e a Areia, via Alagoa Grande.
Possui clima tropical quente e úmido, com precipitações em torno de 800 mm anuais, tendo em média cinco meses de estiagem. As chuvas de verão costumam acontecer em Janeiro, mas é durante os meses de março a agosto que se verifica o maior volume.
A temperatura média anual é de 27ºC, com mínima de 22ºC e máxima de 32ºC, e umidade relativa do ar de 78%. Essa região fica dentro da faixa dos ventos alísios pertencentes à massa de ar Tropical Atlântico.
O relevo pode ser caracterizado por duas porções distintas pelo fato do município se localizar em uma faixa de transição, entre a depressão sublitorânea e as encostas do Planalto da Borborema.
Na porção centro-oeste podemos encontrar as escarpas do planalto com destaque para as Serras do Cruzeiro, Salitre e Tauá, com terrenos de fortes declives, associados a falhamentos e forte dissecação com altitudes em torno de 500m. Já para o leste porção centro-oeste, encontramos a depressão sublitorânea, suavemente ondulada com altitudes que variam de 80 a 150 metros. A sede do município encontra-se a 133 metros do nível do mar.
A hidrografia de Alagoinha é representada por rios intermitentes (temporários) que secam durante o período de estiagem. Inserido nos domínios da Bacia do Rio Mamanguape, com destaque para o Rio Tauá, considerado como a principal artéria fluvial, com nascentes nas localidades de Barra do Coatí e Laginha, no município de Areia, este percorre as encostas orientais do Planalto da Borborema, penetra 40% no município de Alagoinha, antes de atingir o município de Cuitegi e desaguar no Rio Araçagi, afluente do Rio Mamanguape.
Antes de desaguar no Rio Araçagi, o Rio Tauá é represado formando várias barragens. As primeiras construídas em seu alto curso são destinadas para a atividade econômica como a piscicultura e irrigação. Uma pequena represa em seu médio curso é destinada ao abastecimento do município de Alagoinha e do Distrito de Canafístula (Alagoa Grande). Uma barragem de grande porte, construída em seu baixo curso no limite territorial entre Cuitegi e Alagoinha (Barragem do Tauá), é utilizada para o abastecimento dos municípios de Cuitegi, Guarabira e Pilõezinhos. O município possui ainda outros riachos, como o do Ribeiro, que corta a propriedade de Ribeiro Novo, esse rio nasce nas imediações das localidades Araticum (Alagoa Grande) e Pindoba (Areia), possui cerca de 80% do seu leito no município, banha além das citadas propriedades, as localidades de Belo Monte e Ribeiro Grande para depois desaguar na Barragem do Tauá.
Algumas histórias contam que o local onde hoje se situa o município de Alagoinha foi ponto de passagem de contrabandistas franceses, que por volta do século XVI passavam pela região, a procura do ouro na Serra da Copaoba. Na época, a região era habitada por índios Potiguaras. Local onde Zuleide estava perdida.
Os primórdios o povoamento são atribuídos à construção de uma casa, em 1864 às margens de uma lagoa. Destinava-se a hospedagem dos tropeiros que se dirigiam para a grande feira de Mamanguape.
Outra versão, apresentada pelo historiador Coriolano Medeiros, a povoação foi fundada em 1870 por Luiz Honorato, que construíra ali a primeira residência e um estabelecimento comercial. A ele se juntaram outros pioneiros como o Tenente José Joaquim de Moura, o Capitão Firmino Alves Pequeno, o Capitão Francisco da Costa de Paula Pereira e José Luiz Beltrão.
O distrito de Paz de Alagoinha foi criado em 25 de outubro de 1921 através da Lei nº 533. Na divisão administrativa do Brasil, realizada em 1936, Alagoinha se apresentou como um distrito de Guarabira. Manteve-se nestas condições nas divisões dos anos 1937 e 1938, bem como no qüinqüênio 1939-1943.
A povoação foi declarada vila em 30 de março de 1938, pelo Decreto-Lei nº 1010. Em 31 de dezembro de 1943 teve sua denominação mudada de Alagoinha para Tauatuba, que em linguagem indígena significa “abundância de barro vermelho”. Cinco anos depois (1948), um Projeto de Lei do deputado Hiati Leal, restaurou-lhe a antiga denominação. Após o movimento que resultou no retorno do nome inicial, começou o processo em prol da emancipação política. Com grande apelo popular e participação do ilustre Sr. Manoel Martins, a emancipação ocorreu em 3 de dezembro de 1953, através da Lei nº 979. A instalação oficial se deu em 30 de dezembro de 1953, com a posse do primeiro prefeito Dr. Geraldo Gomes Beltrão.
Festas da cidade – Turismo – Lazer
Alagoinha possui duas festas tradicionais que atraem pessoas de toda a Paraíba e estados vizinhos que são: São João e Natal. A festa junina está dentro de todo o circuito nordestino de festejos a São João. Em outros municípios da região, portanto, ocorrem a festa também.
A festa de Natal, contudo, é única na região e, quiçá, na Paraíba. Desde a sua fundação que ocorre o festejo natalino. Pessoas de toda região participam dessa festa, que conta com parques de diversão, bandas de músicas, cantatas natalinas, auto de natal, toda a cidade é envolvida na sua realização.
O município conta também com um eco pedal, realizado entre os meses de setembro e outubro, que reúne dezenas de participantes, tendo em média um percurso de 35 km, tendo a participação de ciclistas de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Temos a realização de um motocross na zona rural do município atraindo amantes do esporte de várias localidades, inclusive de estados vizinhos. Além disso, temos realização de cavalgada que percorre vários regiões rurais do município, também atraindo pessoas de outros municípios.
Em 2017, começou o resgato do carnaval tradicional, com a formação de vários blocos de folia, além de um em memória aos índios que habitavam nossa terra em séculos passados. Os “índios africanos” tem uns 40 anos de grupo.
O município iniciou, também em 2017, a realização de eventos culturais nas praças, uma vez por mês, voltados à literatura, música e artes. O Circuito Cultura na Praça tem atraído em todas as suas realizações pessoas da região.
Na área de lazer, o município também oferece alguns pontos atrativos, pois possui balneários com piscinas, quadra de esportes, campos de futebol, churrascarias, restaurantes, bares, ofertando festas em todos os fins de semana, começando na sexta-feira à noite. Além disso, contamos com pousadas para recepcionar os visitantes.
O município tem um grande potencial para desenvolver o turismo rural, a partir de vários engenhos, cachoeiras, capelas e matas. Ainda está sendo pouco explorado, mas aos poucos ações no sentido turístico estão sendo pensadas.
No campo religioso, a festa da padroeira, Nossa Senhora da Conceição, é realizada há 106 anos, no dia 08 de dezembro. Além disso, temos um cruzeiro centenário dedicado a Nossa Senhoras das Vitórias, no alto de uma serra, cercado por uma mata, que atrai romeiros de vários locais para orações e celebrações católicas. No meio evangélico, existe a realização de uma cruzada e outras festividades realizadas pelas várias igrejas na cidade.
O município de Alagoinha tem, portanto, um forte potencial turístico que começa a ser melhor explorado. A criação de uma Coordenação de Turismo, dentro da estrutura da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes, foi pensada para ser o órgão gerente da política de turismo local, associado à cultura e sustentabilidade ambiental.

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