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Juíza repassa julgamento do pedido de prisão do suspeito de matar agente em JP

Agente morreu após ser atropelado
Agente morreu após ser atropelado
A juíza Thana Michelle não vai mais julgar o pedido de prisão do suspeito de matar o agente de trânsito Diogo Nascimento, no dia 21 de janeiro, durante uma blitz da Lei Seca no Bessa, em João Pessoa.
O pedido de prisão de Rodolpho Gonçalves Carlos da Silva, de 24 anos, formulado pela Polícia Civil com parecer favorável do Ministério Público da Paraíba (MPPB) está com situação indefinida desde que foi entregue no 1º Tribunal do Júri de João Pessoa, onde aguarda julgamento.
O juiz titular do 1º Júri é Marcos William, que está de férias. Desde que foi divulgado que ele está sem trabalhar, Antônio Maroja e Thana Michelle já foram designados para julgar o caso, sendo que Maroja foi transferido sob ordem do desembargador Joás de Brito, o mesmo que assinou o habeas corpus de Rodolpho Carlos, e Thana Michelle decidiu nesta segunda (6) que vai deixar o julgamento aos cuidados de Marcos William. Ele deverá voltar de férias nesta semana.
O agente Diogo Nascimento foi atropelado enquanto trabalhava em uma blitz da Lei Seca. Ele foi socorrido em estado grave, mas morreu um dia depois. O suspeito de atropelá-lo teria desobedecido a ordem de parada e dirigia um Porsche.
A Justiça pediu a prisão do suspeito, mas antes mesmo dele ser levado para a prisão, o desembargador Joás de Brito assinou um habeas corpus que o mantém solto. A Delegacia de Homicídios formulou pedido de prisão, que teve parecer favorável do MPPB, mas ele ainda não foi julgado em meio aos imbróglios no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).
Portal Correio
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