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Mais de 11 mulheres podem ter sido vítimas de homem preso por estupro em Esperança

estupro
Em menos de 24 horas, a Polícia Civil da Paraíba já ouviu 11 mulheres que afirmaram serem vítimas de Iremar Albuquerque Alves Negreiros, de 42 anos. Ele foi preso em flagrante na noite dessa segunda-feira (31) pela Polícia Militar, na cidade de Esperança, suspeito de praticar estupros na região. Segundo as investigações, o número de mulheres atacadas pode ser maior.
De acordo com o delegado Jorge Luís Almeida, o suspeito foi preso após tentar abordar uma mulher na zona rural do município de Esperança. “Ele estava em uma motocicleta observando a vítima, que também estava em uma moto. Ao tentar realizar o ato criminoso, o suspeito caiu da motocicleta e o veículo não funcionou mais. A vítima conseguiu a ajuda dos familiares, que acionaram a Polícia Militar e foi realizada a prisão em flagrante. Ao chegar à Delegacia, outras vítimas reconheceram o suspeito e até agora 11 mulheres que foram ouvidas disseram que Iremar Albuquerque praticava os estupros não só em Esperança, mas também em Areial, Pocinhos, Montadas, entre outros municípios da região”, disse a autoridade policial.
Com o suspeito, a Polícia ainda encontrou uma pistola de calibre 765. “Além de ser autuado pelo crime de estupro, Iremar Albuquerque vai responder por posse ilegal de arma de fogo. Estamos ainda esperando que mais vítimas procurem a delegacia para reconhecer o suspeito. Todas essas informações integrarão o inquérito policial contra ele”, disse o delegado Jorge Almeida.
Iremar Albuquerque foi encaminhado para a cadeia pública de Esperança, onde deverá aguardar as decisões da Justiça. A Polícia Civil da Paraíba já representou pelo pedido de prisão preventiva e, após audiência de custódia, ele poderá ser levado para Campina Grande.
ATENDIMENTO À MULHER – Todos os casos de estupro que apontam a participação de Iremar Albuquerque e que foram registrados nas regiões de Campina Grande e Esperança serão coordenados pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Campina Grande.
Segundo a delegada Herta de França, a Polícia Civil está prestando todo o acolhimento necessário às vítimas. “Estamos dando todo o apoio a essas mulheres que denunciaram Iremar. Primeiramente, levantamos as informações de cada caso e encaminhamos as vítimas para a realização de exames e, se preciso for, intermediaremos acompanhamento psicológico e social. O próximo passo é recolher material genético do suspeito para realização de perícias”, disse a coordenadora das investigações.
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