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Greve de professores deixa 4 mil alunos sem aulas, no Brejo; categoria denuncia irregularidades

  
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Um protesto foi organizado nesta quarta (Foto: Nordeste1)
Os 4 mil alunos do município de Areia, no Brejo da Paraíba, ficarão sem aulas devido a greve iniciada na manhã desta quarta-feira (04) pelos 200 professores que compõe a rede municipal de ensino. Eles revindicam uma solução para os recorrentes atrasos salariais e denunciam má gestão dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A greve atinge as 28 escolas e creches do município.
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Os 200 professores param as atividades por tempo indeterminado. (Foto: Nordeste1)
De acordo com os professores, os atrasos nos salários acontecem a três meses e eles temem não receber a remuneração referente ao mês de outubro e o pagamento do 13º salário.
Ainda segundo a categoria, um levantamento contábil constatou irregularidades da aplicação de recursos do Fundeb, do Governo Federal, para a compra de botijões de gás, abastecimento de automóveis e a construção de uma quadra poliesportiva. Os professores alegam que para esse tipo de obra, existem recursos específicos.
Uma passeata em sinal de protesto foi organizada pelos professores, nesta quarta, pelas ruas do centro da cidade. O ato marcou o início da greve que segue por tempo indeterminado.
O Secretário de Educação de Areia, Wilson Lopes, garantiu que o salário referente ao mês outubro será pago até o próximo dia 10, e afirmou ainda que o pagamento do 13º salário acontece até o dia 20 de dezembro.
Ele atribui à Crise Econômica as dificuldades enfrentadas pela Prefeitura e a queda nos repasses do Governo Federal.
Sobre a denúncia de desvio de recursos, o secretário negou que houvesse irregularidades, ele afirmou que usa a parte da Prefeitura para essa finalidade.
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